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Dois anos depois, Haddad ainda culpa Temer e Bolsonaro pela inflação que o Brasil enfrenta hoje

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Foto de Edwin Jaulani / Pexels

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Dois anos após o início do governo Lula, a sombra dos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro ainda parece pairar sobre o cenário político. Lula, que enfrenta uma queda em sua popularidade devido a políticas econômicas consideradas insuficientes e a um aumento nos gastos públicos, tem buscado maneiras de recuperar a confiança dos eleitores.

A crescente insatisfação com o governo tem acendido um sinal de alerta. Conhecido por seu estilo populista, Lula precisa adotar medidas claras e eficazes para reconquistar o apoio da população. No entanto, essa não parece ser a realidade atual. Os brasileiros estão cada vez mais insatisfeitos com os preços altos, impulsionados pela inflação e pelos juros elevados.

O mercado financeiro já revisou sua previsão de inflação, elevando-a de 5,08% para 5,5%, enquanto o Copom aumentou a taxa básica de juros para 13,25% ao ano.

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‘Se o produto está caro, você não compra’

Em uma entrevista recente, Lula sugeriu que os próprios consumidores deveriam reagir à inflação: “Se o produto está caro, você não compra“, afirmou o presidente. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atribui a perda do poder de compra e os problemas econômicos à “má administração” dos governos Temer e Bolsonaro.

Essa postura tem sido uma constante no atual governo, que frequentemente busca responsabilizar terceiros pelos desafios enfrentados. Recentemente, o governo culpou as fake news pelo fracasso na implementação do monitoramento de transações Pix acima de R$ 5 mil.

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