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Taxa das Blusinhas e Gastança: Conseguiram Afundar os Correios de Novo?

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Os Correios não vivem seus melhores dias. Após anos de lucros consecutivos entre 2018 e 2021, a estatal voltou a amargar prejuízos e enfrenta um colapso financeiro que remete a velhos tempos. Sob o comando do PT, a história parece se repetir. Quem não se lembra do rombo de R$ 5,6 bilhões no Postalis, o fundo de pensão dos Correios, durante o governo de Dilma Rousseff, marcado por escândalos de corrupção?

A nova crise, agora no governo Lula, é fruto de má gestão e da queda nas receitas, agravada pela taxação de compras internacionais — a famigerada “taxa das blusinhas”. A medida, que impactou diretamente a operação da estatal, forçou medidas drásticas: adiamento de férias, corte de salários e o fim do home office. O objetivo? Economizar até R$ 1,5 bilhão já em 2025.

Funcionários Pagam o Preço

Mais uma vez, os funcionários dos Correios parecem ser os mais penalizados pela gestão ineficiente. Enquanto a estatal aperta o cinto, decisões controversas jogam lenha na fogueira.

Segundo a revista Veja, a empresa desembolsou R$ 6 milhões para patrocinar o Lollapalooza e outros R$ 4 milhões na turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil. Em tempos de crise e risco iminente de falência, esses gastos soam como um tapa na cara dos trabalhadores.

A revolta é ainda maior entre os funcionários, que enfrentam a suspensão do plano de saúde por falta de pagamento. A situação chegou a tal ponto que o Tribunal de Contas da União (TCU) foi acionado para investigar a gastança sob o comando de Fabiano dos Santos, presidente dos Correios. Enquanto isso, o presidente Lula parece ignorar o caos na estatal.



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