Notícias
Pazuello pede a Bolsonaro para sair do Ministério da Saúde

SÃO PAULO (Reuters) – O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pediu ao presidente Jair Bolsonaro para deixar a pasta, alegando problemas de saúde, publicou o jornal O Globo neste domingo, citando fontes do Palácio do Planalto.
A troca do ministro, que chegou ao Ministério da Saúde em maio do ano passado como interino e tomou posse em setembro como efetivo, deve ocorrer nos próximos dias, segundo o jornal.
Procurados, representantes do Ministério da Saúde não puderam comentar o assunto de imediato.
Você pode gostar: Energisa tem lucro líquido de R$192 mi no 4º tri, queda de 45,6% em base anual
Sob o comando de Pazuello, o país vive uma segunda onda da pandemia, com recordes de infecções e mortos. O general, considerado especialista em logística pelo presidente Jair Bolsonaro, também acumulou problemas na pasta, como a crise criada com a falta de oxigênio para hospitais no Amazonas e envio de número equivocado de vacinas ao Estado, que acabou recebendo em fevereiro o que deveria ter sido destinado ao Amapá.
Segundo o jornal, o governo tem dois nomes para substituição de Pazuello, Ludhmilla Abrahão Hajjar, professora associada da USP, e Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Veja também:
-
Mercado de Ações5 dias atrásProibida no Brasil, Polymarket revela: milhões em apostas e Flávio Bolsonaro na liderança
-
Criptos6 dias atrásBTC hoje: Bitcoin volta aos US$ 80 mil após recuperação
-
Criptomoedas6 dias atrásTerra Luna Classic (LUNC) sobe 20% — mas precisaria subir 120 milhões por cento para apagar o colapso
-
Memecoins5 dias atrásShiba Inu não é mais a segunda principal memecoin — veja quem assumiu o lugar
-
Criptos5 dias atrásToncoin: Telegram assume controle da rede TON
-
Criptomoedas5 dias atrásSolana vê usuários sumirem da rede enquanto indicador afunda 42%
-
Dinheiro5 dias atrásDesenrola 2.0: descontos de até 90% e juros mais baixos
-
Empresas5 dias atrásItaú atinge R$ 12,3 bilhões em lucro — e crédito dispara para R$ 1,5 trilhão

