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Ibovespa encosta em 200 mil e marca novo recorde aos 198 mil pontos

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Imagem: Jcomp / Freepik
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O dólar encerrou o pregão desta segunda-feira cotado a R$ 4,99 — o menor patamar desde março de 2024. O recuo do câmbio foi um dos movimentos mais comentados do dia e refletiu uma combinação de fluxo externo e leitura de risco global, ainda bastante sensível ao que acontece além das fronteiras brasileiras.

No mesmo período, o Ibovespa operou sob influência direta das declarações do presidente americano Donald Trump sobre o conflito no Oriente Médio. E o que não faltou foi contradição.

Trump muda o tom — e o mercado reage

No fim de semana, Trump havia endurecido o discurso: afirmou que as negociações estavam travadas e chegou a mencionar a possibilidade de um bloqueio de navios no Estreito de Ormuz. A declaração elevou a tensão e colocou os investidores em modo de cautela.

Poucas horas depois, o tom mudou. Já nesta manhã, ele sinalizou que o Irã estaria disposto a negociar um acordo. Essa oscilação rápida de narrativa é exatamente o tipo de movimento que aumenta a volatilidade — e foi o que aconteceu ao longo do pregão.

Destaques positivos e negativos do dia

No campo das altas, BRKM5 liderou com folga, subindo 7,35% e fechando a R$ 10,08. MBRF3 avançou 5,90%, a R$ 21,00. Completaram o grupo das maiores valorizações VAMO3 (+3,78%, R$ 4,12), AZZA3 (+3,51%, R$ 21,53) e EGIE3 (+3,27%, R$ 37,24).

Do outro lado, as quedas também foram relevantes. CSMG3 recuou 3,64%, a R$ 56,84. RECV3 caiu 3,15%, a R$ 13,85. Na sequência, TIMS3 (-2,79%, R$ 27,18), VIVT3 (-2,54%, R$ 41,85) e USIM5 (-2,50%, R$ 7,03) fecharam no vermelho.

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