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Haddad afirma “taxei mesmo” e reforça política de aumento de impostos

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Imagem: Joel santana Joelfotos / Pixabay

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou estar “feliz” por ser visto como o responsável por elevar os impostos sobre o “andar de cima”. Em resposta aos ataques nas redes sociais, o ministro alegou que essas campanhas usam recursos ilegais. Além disso, ele assumiu a autoria das medidas contra offshores e fundos exclusivos. “Taxei mesmo. A oposição está certa, a taxação BBB (bancos, bets e bilionários) saiu do papel”, declarou.

No entanto, apesar do foco no topo da pirâmide, os números mostram uma pressão crescente sobre todo o país. A arrecadação federal somou R$ 2,367 trilhões entre janeiro e outubro de 2025. Esse valor representa uma alta real de 3,20% em relação ao ano anterior. Contudo, mesmo com esse volume inédito de dinheiro, o governo não zerou as contas e o Brasil ainda enfrenta um rombo fiscal.

Nesse sentido, as projeções para o futuro são preocupantes. Estimativas indicam que a carga tributária pode atingir quase 43% do PIB até 2050. Dessa forma, o Brasil teria um peso de impostos superior ao de países ricos como Alemanha e Suécia. Enquanto isso, especialistas alertam que a população mais pobre já sente o impacto das altas no consumo diário.

Portanto, a conta não parece fechar no cenário atual. O governo arrecada valores recordes, mas gasta além do que recebe. Consequentemente, o desequilíbrio das contas públicas persiste. O Ministério da Fazenda agora foca em buscar novas fontes de receita para tentar cumprir as metas fiscais de 2026.

Em ritmo inédito, governo Lula ultrapassa a marca de 25 aumentos de impostos.

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