Dinheiro
Aumento do IOF dobra custo para MEI — sob o pretexto de atingir os ricos


Sob o pretexto de taxar os mais ricos — como se isso resolvesse alguma coisa — o governo avança, mais uma vez, sobre quem menos pode. Em um país já sufocado por uma das cargas tributárias mais altas do mundo, o aumento do IOF vem como mais um peso. E adivinha quem paga a conta? O MEI.
De acordo com a CNN, o impacto será direto: operações financeiras feitas como pessoa jurídica — especialmente empréstimos — terão custo dobrado. Na prática, o pequeno empreendedor, aquele que já enfrenta uma batalha diária para manter o negócio de pé, vai sentir no bolso. Mais imposto, menos fôlego.
Entre os principais argumentos usados para justificar o aumento do IOF está o risco fiscal — grave, segundo o governo. Só que, na visão de muitos economistas, a política fiscal da gestão Lula está na contramão do equilíbrio: mais impostos, mais gastos, pouca responsabilidade. Em resumo? Uma estratégia que parece mirar no bolso do contribuinte sem oferecer contrapartidas claras.
Justificativa para aumento de impostos
Enquanto isso, mesmo diante desse cenário pouco animador, os pequenos empreendedores seguem resistindo — e até crescendo. No primeiro trimestre de 2025, o Brasil viu o surgimento de aproximadamente 1,4 milhão de novos pequenos negócios. É um número expressivo, diga-se.
No universo dos Microempreendedores Individuais (MEIs), um segmento que chamou atenção: o de serviços de entrega e malote. Foram cerca de 20.093 novos registros só nessa área — um termômetro da economia real e da adaptação dos brasileiros ao que o momento exige: criatividade, coragem e, claro, muita luta.
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