Criptomoedas
Token OM da Mantra perde quase todo o valor e deixa um rastro de destruição

Esta semana, o mercado cripto presenciou uma queda abrupta do token OM, da Mantra, que perdeu quase todo o seu valor. O preço do OM caiu de US$ 6,27 para US$ 0,50, deixando um rastro de destruição financeira em seu caminho.
Investidores que apostaram na criptomoeda agora enfrentam perdas significativas, enquanto especialistas debatem as razões por trás do colapso. A queda abrupta do OM gerou discussões sobre a segurança e a sustentabilidade de pequenos tokens no mercado cripto, além de reforçar alertas sobre os riscos envolvidos nesse tipo de investimento.
No caso do OM, da Mantra, há suspeitas de que 17 carteiras diferentes movimentaram 43,6 milhões de OM, uma transação avaliada em mais de US$ 200 milhões. A desconfiança aumentou após a empresa de análise Arkham Intelligence descobrir que algumas dessas carteiras têm ligações com a Laser Digital, uma companhia que já investiu na Mantra.
As suspeitas recaem sobre a equipe do projeto Mantra, que teria realizado uma operação coordenada de venda. O CEO da Mantra, John Patrick Mullin, apressou-se para se explicar. Segundo ele, o token OM não foi descartado por uma equipe interna, mas sim por meio de uma grande liquidação em uma corretora centralizada durante um período de calmaria no mercado.
-
Mercado de Ações6 dias atrásProibida no Brasil, Polymarket revela: milhões em apostas e Flávio Bolsonaro na liderança
-
Criptos1 semana atrásBTC hoje: Bitcoin volta aos US$ 80 mil após recuperação
-
Criptomoedas1 semana atrásTerra Luna Classic (LUNC) sobe 20% — mas precisaria subir 120 milhões por cento para apagar o colapso
-
Memecoins6 dias atrásShiba Inu não é mais a segunda principal memecoin — veja quem assumiu o lugar
-
Criptos6 dias atrásToncoin: Telegram assume controle da rede TON
-
Criptomoedas6 dias atrásSolana vê usuários sumirem da rede enquanto indicador afunda 42%
-
Dinheiro6 dias atrásDesenrola 2.0: descontos de até 90% e juros mais baixos
-
Empresas6 dias atrásItaú atinge R$ 12,3 bilhões em lucro — e crédito dispara para R$ 1,5 trilhão

