Criptos
Após colapso do token OM, CEO promete queimar o próprio dinheiro


O Token OM Mantra, que já foi promessa no mercado de criptomoedas, perdeu quase todo o seu valor, deixando prejuízos para investidores que apostaram no projeto. Diante do cenário de crise, John Patrick Mullin, CEO da Mantra, anunciou uma medida radical para tentar reverter o desastre: a queima de 300 milhões de tokens OM, equivalente a 16,88% do fornecimento total previsto para ser liberado gradualmente entre abril de 2027 e outubro de 2029.
Além disso, Mullin revelou que o Fundo Ecossistêmico da empresa, com US$ 109 milhões, será usado para recomprar e queimar tokens OM no mercado. A estratégia busca estabilizar o preço do ativo, que despencou de US$ 6 para meros centavos. “É uma tentativa de restaurar a confiança e dar um novo fôlego ao projeto”, afirmou o CEO.
Especialistas alertam que a queima de tokens não garante recuperação e que a credibilidade da Mantra está abalada. Para investidores, resta a esperança de que a iniciativa traga alívio, mas o futuro do OM Mantra segue desacreditado.
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