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O fim de uma era? Especialistas explicam por que a Cardano (ADA) dificilmente voltará ao US$ 3

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Imagem: Reprodução / Internet

A Cardano (ADA) vive hoje um cenário de isolamento que contrasta com o otimismo de quatro anos atrás. Cotada em torno de US$ 0,37, a moeda acumula uma queda de 88% desde sua máxima histórica em 2021, quando chegou a custar US$ 3,09 e ocupou o posto de terceira maior cripto do mundo. Hoje, o projeto perde espaço até para ativos de piada, como a Dogecoin.

Em 2023, durante a conferência Rare Evo, o fundador Charles Hoskinson não economizou nas previsões. Ele afirmou que o modelo de governança descentralizada da Cardano superaria a “ineficiência” do Bitcoin e do Ethereum. O plano era ambicioso: tornar-se a maior rede do planeta.

Na prática, o mercado seguiu outro rumo. Enquanto BTC e ETH mantêm a dominância, a ADA caiu para a 12ª posição no ranking, com um valor de mercado de US$ 13,6 bilhões — muito abaixo dos US$ 21 bilhões da Dogecoin.

Cardano (ADA) a US$ 3?

Para o investidor que ainda espera o retorno aos US$ 3, a matemática é cruel. A Cardano precisaria subir cerca de 710%, uma valorização de 8,1 vezes sobre o preço atual. Embora saltos assim ocorram no setor cripto, analistas apontam que o projeto sofre com um engessamento técnico e a perda de relevância para novas redes como exemplo (Solana).

O mercado agora observa a dificuldade da rede em atrair novos desenvolvedores e usuários. A promessa de uma governança superior não foi suficiente para frear a fuga de capital, deixando o ativo em uma luta constante para não perder ainda mais posições no top 20 global.

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