Dinheiro
Insegurança jurídica faz bancos brasileiros perderem R$ 41 bilhões

Os grandes bancos sentiram o baque na última terça-feira (19). A virada veio depois de uma fala do ministro Flávio Dino, do STF, que levantou a chance de punir instituições financeiras que decidirem seguir eventuais sanções contra Alexandre de Moraes. O recado não passou batido: investidores reagiram de imediato, e a incerteza jurídica ganhou força no mercado.
O tombo mais pesado ficou com o Banco do Brasil, mas não parou por aí. Santander, BTG, Bradesco e Itaú também entraram na onda, e juntos viram R$ 41,3 bilhões evaporarem do valor de mercado. O impacto foi tão grande que acabou arrastando a própria Bolsa, que encerrou o dia com queda de 2,10%, estacionando em 134.432 pontos.
Entre analistas, a avaliação é clara: a sinalização do Supremo pode ter sido um movimento ousado demais. O receio é de que, ao tentar blindar Moraes, o efeito colateral seja justamente ampliar a desconfiança em relação ao Brasil. E tem mais um ponto que incomoda: bancos com presença nos Estados Unidos — seja por ações listadas lá fora ou por operações de captação — podem se ver no meio do fogo cruzado.
No fim das contas, ao exigir que as instituições consultem o STF sempre que surgirem leis de outros países que possam afetar suas operações, Dino pode ter colocado os bancos diante de um dilema complicado. Pelo menos é assim que parte do mercado enxerga a situação.
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