Criptos
Bitcoin perto dos US$ 100 mil em nova onda de baixa

Depois de alcançar um novo recorde histórico, o Bitcoin começou a devolver parte dos ganhos recentes. Nas últimas horas, a maior criptomoeda do mundo oscilou perto dos US$ 103 mil, mostrando sinais claros de correção.
No momento em que este texto é escrito, o ativo é negociado a US$ 104.341, tentando se manter acima do suporte psicológico de US$ 100 mil. Ainda assim, a volatilidade segue alta e tem deixado o mercado em alerta.
Bitcoin perto dos US$ 100 mil
Especialistas apontam que, se a pressão vendedora continuar, o preço do BTC pode recuar até a região dos US$ 89.900. Para muitos analistas técnicos, o perigo de uma correção abaixo dos US$ 100 mil é real no curto prazo — especialmente com a redução temporária do volume institucional.
Mesmo assim, há quem veja o movimento como uma pausa natural após semanas de forte valorização. Esse tipo de comportamento costuma marcar períodos de transição antes de novas tendências de alta.
Investidores aproveitam a queda
Enquanto alguns preferem aguardar sinais mais claros, outros investidores encaram o recuo como oportunidade de entrada. A leitura é que essa queda pode representar apenas uma fase de consolidação antes de um novo ciclo de valorização.
Por outro lado, o sentimento geral ainda é cauteloso, já que o Bitcoin tende a reagir com força em momentos de maior incerteza. A movimentação atual reforça a ideia de que o mercado continua sensível a qualquer sinal macroeconômico.
Dogecoin também entra no radar
Vale lembrar que esse comportamento também influencia o mercado de memecoins. O otimismo voltou a impulsionar o interesse em projetos alternativos, e há quem projete o preço do Dogecoin atingindo US$ 2 se o cenário macro voltar a favorecer os criptoativos.
No fim das contas, o movimento atual reforça a ideia de que o Bitcoin em queda ainda dita o ritmo do mercado. Seja pela volatilidade ou pela confiança dos investidores, o ativo segue sendo o principal termômetro do apetite global por risco.
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