Mercado de Ações
Ações que deixaram os investidores da Bolsa de Valores sem dinheiro

De acordo com dados da B3, o número de investidores na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) cresceu 5,6% no primeiro semestre de 2023, atingindo um novo recorde em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram abertas 6,2 milhões de contas.
No entanto, em agosto, o fluxo ficou negativo em R$ 10,4 bilhões, contra R$ 1,5 bilhão em setembro. Já no acumulado de 2023, a movimentação está 77% menor do que a registrada no mesmo período do ano passado, totalizando R$ 20 bilhões.
Além disso, os investidores estrangeiros estão saindo da bolsa, devido ao pessimismo do movimento de juros e à atratividade dos títulos da dívida norte-americana, que recentemente voltaram a subir forte, renovando suas máximas em quase 15 anos.
Os investidores estão deixando as bolsas de países emergentes, como o Brasil, para aplicar na renda fixa americana. Confira as ações que deixaram os investidores da Bolsa de Valores sem dinheiro. Ou seja, ações que deixaram investidores com prejuízo em mais de 90% do capital investido.
Grupo Casas Bahia (BHIA3)

As ações da antiga Via, que agora se chama Grupo Casas Bahia (BHIA3), chegaram a valer R$ 9,86 em agosto de 2021. Hoje, as ações viraram penny stocks, custando R$ 0,57, uma queda de 94,22%.
Oi (OIBR3)

A Oi, que está em sua segunda recuperação judicial, chegou a valer R$ 16,50 em novembro de 2018. Hoje, a empresa, longe de se recuperar e perdendo mercado a cada dia, é negociada na B3 a R$ 0,63. Quem comprou as ações em 2018, hoje vê o patrimônio derreter em 91,8%.
Magazine Luiza (MGLU3)

Magazine Luiza foi queridinha da Bolsa de Valores. Porém, quem comprou as ações da varejista acreditando no longo prazo em novembro de 2020, quando estavam valendo R$ 27,34, hoje vê seu dinheiro desvalorizado em 91,88%. A queda livre das ações da Magazine Luiza chegou a patamares recordes, chegando a valer R$ 1,30.
Pão de Açúcar (PCAR3)

As ações do Grupo Pão de Açúcar chegaram a valer R$ 94,00 em janeiro de 2019. Hoje, quem comprou as ações pensando em rendimentos futuros acumula prejuízos de 95%.
Bradesco (BBDC4)

Você deve estar se perguntando o que o Bradesco faz nessa lista, onde até existem empresas em recuperação judicial. O Bradesco é conhecido por ser uma ação segura em tempos de crise e por pagar dividendos. Mas, não muito diferente das ações que listamos, quem comprou Bradesco em novembro de 2018, pagou R$ 25,29 por ação e hoje vê seu patrimônio diminuído em 39%. Ou seja, quem investiu em longo prazo está há 5 anos no prejuízo.

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