Criptos
“Pump and Dump?” Cofundador do XRP é acusado de esquema milionário


O cofundador da Ripple, Chris Larsen, voltou ao centro das atenções após vender mais uma parte expressiva de seu patrimônio em XRP. As novas negociações levantaram suspeitas de um possível esquema de manipulação conhecido como “Pump and Dump”.
Para muitos investidores, essa movimentação reforça o medo de que grandes detentores ainda controlem o destino da moeda.
Lucra alto
Nos últimos dias, Larsen vendeu 50 milhões de XRP — cerca de US$ 124,5 milhões — para a Evernorth Holdings. Esse é apenas mais um capítulo em uma sequência de vendas milionárias que já somam, desde 2018, aproximadamente US$ 760 milhões.
Em 2021, por exemplo, ele se desfez de 500 milhões de tokens por US$ 1,96 e de mais 200 milhões por US$ 3,84, movimentando algo em torno de US$ 500 milhões.
Ainda assim, Larsen continua com um estoque gigantesco de 2,5 bilhões de XRP, avaliados em mais de US$ 6 bilhões. Isso representa cerca de 8% de todo o fornecimento da criptomoeda, o que lhe dá enorme poder de influência sobre o mercado. Muitos acreditam que ele pode voltar a vender quando o preço subir novamente.
Investidores divididos sobre as intenções de Larsen
O XRP é negociado atualmente a US$ 2,47, cerca de 35% abaixo da máxima de US$ 3,66 registrada há um ano. Embora parte da queda se deva à fraqueza geral das altcoins, analistas apontam que as vendas de Larsen aumentaram a pressão sobre o ativo. Ainda assim, há quem veja suas liquidações como uma simples estratégia de realização de lucros.
Mesmo assim, boa parte da comunidade interpreta o gesto como um sinal de desconfiança. Quando um dos criadores de um projeto vende repetidamente grandes quantidades do próprio token, o mercado tende a ficar em alerta. Vale lembrar que movimentos parecidos já derrubaram outros criptoativos no passado.
Mesmo com o cenário conturbado, muitos analistas continuam otimistas e acreditam que o ativo ainda pode se recuperar. De acordo com previsões recentes, o preço do XRP pode chegar a US$ 5 ainda em 2025 se o mercado ganhar força e o volume de compra aumentar. Só que, até lá, o desafio será reconquistar a confiança dos investidores.
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