Mercado de Ações
Fuga de investidores pressiona ações do Banco do Brasil (BBAS3) por risco de sanções dos EUA


As incertezas sobre a aplicação da Lei Magnitsky continuam, especialmente no setor bancário. A decisão recente do ministro do STF, Flávio Dino, de que leis estrangeiras não têm efeito automático no Brasil, só ampliou a discussão.
O Banco do Brasil está no centro desse debate. O motivo é simples: o controle acionário pertence à União, que detém a maior parte das ações. Na prática, isso significa que o governo poderia ignorar pressões externas. Só que os investidores não veem a situação com tanta tranquilidade.
O medo é que uma eventual condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro abra espaço para novas sanções vindas do governo de Donald Trump. Nesse cenário, tanto membros da Corte quanto o Banco do Brasil poderiam acabar na linha de fogo.
Banco do Brasil na Bolsa de Valores
Na B3, o clima também não é favorável. As ações do Banco do Brasil (BBAS3) acumulam queda de mais de 15% em 2025, reforçando a preocupação do mercado.
Em maio, o papel chegou a R$ 29,76. Hoje, é negociado a R$ 20,20. E alguns analistas já projetam uma possível queda até a faixa dos R$ 15. O principal fator é a pressão contínua da saída de investidores.
-
Empresas1 semana atrásTikTok Shop deixa a competição no e-commerce ainda mais acirrada
-
Mercado de Ações1 semana atrásCasas Bahia (BHIA3) dispara 19,63% e volta acima de R$ 1
-
Mercado de Ações1 semana atrásMagazine Luiza salta 10,26% na Bolsa; saiba o que puxou a alta
-
Mercado de Ações1 semana atrásNatura (NATU3) foi a ação que mais perdeu valor na Bolsa em setembro
-
Dinheiro1 semana atrásCartão de crédito para negativado: confira opções disponíveis
-
Criptos1 semana atrás2 criptomoedas que analistas veem com potencial de alta de 10x
-
Criptos1 semana atrásEthereum pode superar US$ 3.000 em outubro
-
Criptomoedas1 semana atrásBaleia de Bitcoin reaparece após 14 anos com US$ 51 milhões
