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Cardano caiu 94% e precisaria subir 1.775% para voltar ao topo

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Criptomoeda ADA
Imagem: Reprodução Internet

O token da Cardano ($ADA) já ficou acima US$ 3 há cinco anos, quando o projeto ainda disputava espaço com o Ethereum e circulava com força entre entusiastas de criptomoedas.

Hoje, o cenário é bem diferente: o ativo é negociado a US$ 0,16, uma queda acumulada de mais de 94%.

De queda em queda até os US$ 0,16

O mercado de criptomoedas é conhecido pela volatilidade, e o ADA sentiu isso na pele. Depois de uma sequência de desvalorizações, o token estacionou na casa dos centavos de dólar. Para quem aposta em uma virada, a conta é simples: seria necessária uma alta de 1.775% apenas para o preço retornar aos US$ 3 do passado.

Vale o alerta: esse número representa um cenário hipotético levantado por parte do mercado, não uma projeção com base concreta. Recuperações dessa magnitude são raras e dependem de uma combinação de fatores que hoje não estão garantidos.

Aposta em expansão

Enquanto o preço patina, o CEO da Cardano, Charles Hoskinson, tenta manter o projeto relevante. Ele afirma que o próximo plano de expansão pode multiplicar por até 60 vezes a capacidade de processamento da rede ainda este ano.

A estratégia mira melhorias na velocidade de transações e ganhos de eficiência geral, além de reforçar o suporte a um número crescente de aplicativos descentralizados construídos sobre a rede. É uma tentativa de dar ao token um motivo além do preço para se manter no radar dos investidores — algo que fica ainda mais evidente quando se observa que Ethereum já vale 33 vezes mais que a Cardano.

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