Dinheiro
As 3 ações que mais subiram nos últimos 5 anos

O Ibovespa fechou nesta terça-feira, 21, com leve recuo de 0,03%, aos 173.325 pontos. A B3 está um pouco afastada da máxima histórica de 199.354 pontos, atingida em 13 de abril, e atravessa um ajuste depois da forte alta anterior.
Parte do mercado associa a oscilação à proximidade das eleições presidenciais de 2026. Ainda não há, porém, um fator único que explique o movimento.
Enquanto isso, vale olhar para o outro lado da moeda: enquanto algumas ações concentram ganhos expressivos em cinco anos, outras companhias enfrentaram o caminho inverso. Veja três papéis que mais valorizaram no período.
Resumo rápido:
- EMBJ3 (Embraer): +349% em 5 anos — R$ 83,29
- BMEB4 (Banco Mercantil): +452% em 5 anos — R$ 59,05
- PINE4 (Banco Pine): +350% em 5 anos — recomendação de compra do BTG
BMEB4 ganha força após aval do Santander
O Banco Mercantil do Brasil (BMEB4) é negociado hoje a R$ 59,05.

Em cinco anos, a ação acumula alta de 452%.
O movimento recente tem um catalisador claro: o Santander passou a cobrir o papel com recomendação de compra. O preço-alvo é R$ 125 para o fim de 2027 — um potencial de valorização de 68% a partir do patamar atual.
Não é pouco.
Embraer soma contrato internacional à disparada de 349%
Nenhuma das três bate a Embraer (EMBJ3) em magnitude.
A ação, negociada a R$ 83,29, subiu 349% nos últimos cinco anos.

Durante o Farnborough Airshow, a companhia japonesa Fuji Dream Airlines fechou pedido firme de duas aeronaves do modelo E175. O contrato reforça a leitura de que a demanda pela fabricante segue aquecida.
Isso ajuda a sustentar a tese de continuidade da alta no longo prazo.
Banco Pine soma quase 350% com aval do BTG
Fecha a lista o Banco Pine (PINE4).
A ação acumula valorização próxima de 350% em cinco anos e segue com recomendação de compra pelo BTG Pactual.

Com valor de mercado de R$ 3,17 bilhões, o banco atua no financiamento e na assessoria a médias e grandes empresas. Seu portfólio vai do capital de giro à antecipação de recebíveis, passando pela estruturação de dívida e pela gestão de riscos em moedas, juros e commodities.
Um espectro amplo para uma instituição de porte médio.
Três setores diferentes, três motivos distintos de alta. O que une os três papéis é o mesmo: recomendação recente de compra por parte de grandes casas de análise.
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