Criptomoedas
Preço do Bitcoin cai para abaixo de US$ 110 mil

O clima nos mercados não foi dos melhores nesta sexta-feira (29). Tanto as bolsas de ações quanto o universo cripto sentiram o baque depois que a inflação subjacente bateu 2,9%. Para piorar, a isenção “de minimis” — regra que liberava tarifas sobre produtos abaixo de US$ 800 — acabou antes do esperado.
O resultado? Um tombo pesado, com o Bitcoin deslizando para o menor patamar desde julho.
Na hora em que o relatório saiu, a principal criptomoeda estava em torno de US$ 108.186. Isso representava uma queda diária de 3,79% e um recuo semanal de 7,38%, segundo dados da Coinmarketcap. Nas últimas 24 horas, os preços oscilaram dentro de um intervalo apertado: entre US$ 108.098,62 e US$ 112.619,05.
Mesmo com esse cenário, as previsões para o futuro continuam carregadas de expectativa. Para 2025, há quem fale em Bitcoin chegando aos US$ 145 mil. A narrativa de “dinheiro transformador” nunca esteve tão viva. Não faltam motivos para essa visão otimista: ETFs de Wall Street captando bilhões, o halving diminuindo a oferta disponível e a expansão de meios de pagamento que já incorporam criptomoedas, inclusive no cartão de crédito.
Nesse ponto, a grande questão não é se o ativo vai ultrapassar os seis dígitos, mas até onde ele pode chegar depois disso. Tem analista que fala em US$ 200 mil, enquanto outros, mais ousados, projetam até US$ 1 milhão.
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