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Polícia Federal encontra vestígios do PCC na Faria Lima

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(Foto: Divulgação/Polícia Federal)
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A Polícia Federal abriu uma operação de peso contra um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). O alvo? Um emaranhado de empresas que vai de fundos de investimento a distribuidoras de combustível, passando por corretoras e instituições de pagamento.

Entre os nomes que mais chamaram atenção está a Reag Investimentos — uma das maiores gestoras independentes do país, listada na B3 (REAG3). Até agora, a empresa não comentou as acusações.

Segundo a investigação, ao menos 40 fundos estariam na rota do dinheiro sujo. Um dos destaques dessa lista é o BK Bank, responsável por movimentar quase R$ 18 bilhões em operações consideradas suspeitas. A Receita Federal calcula que o PCC tenha deixado de pagar cerca de R$ 2 bilhões em impostos federais. Já o governo paulista foi além e pediu o bloqueio de R$ 7,7 bilhões na Justiça, referente a tributos estaduais.

O mapa das empresas envolvidas é vasto. Aparecem a BK Bank e a Bankrow; gestoras e DTVMs como Reag, Trustee e Banvox; distribuidoras de combustíveis, entre elas Aster, Copape, Duvale, Arka, Rodopetro, Rede Sol Fuel e Port Brazil; além de usinas como Carolo, Virgolino de Oliveira, Itajobi, Furlan, Rio Pardo, Comanche e Goiás Bioenergia. O setor de logística também entrou na lista, com companhias como G8 Log, TLOG, Rio Log e Liquipar.

Outro nome que não passou despercebido foi o Banco Genial. Citado nas apurações, a instituição se apressou em divulgar uma nota pública ressaltando seu compromisso com as normas de governança, ética e compliance. Disse ainda estar à disposição para colaborar integralmente com as autoridades.

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