Empresas
Mercado Pago faz parceria com Burger King e C&A para PIX

SÃO PAULO (Reuters) – O Mercado Pago, braço de serviços financeiros do Mercado Livre, anunciou nesta quinta-feira que fechou parcerias com a rede de fast food Burger King e com a varejista de moda C&A para uso do pagamento instantâneo PIX.
Com o acordo, operações realizadas pelo PIX no Burger King e na C&A serão transacionadas pelo Mercado Pago, que avalia parcerias com outras grandes redes no país.
Segundo o vice-presidente do Mercado Pago, Tulio Oliveira, o acordo reflete a percepção de que o ambiente competitivo em serviços financeiros no Brasil tende a crescer neste ano, na esteira de novidades regulatórias implementadas pelo Banco Central, que inclui também o open banking.
Em vigor desde novembro, o PIX, que permite pagamento instantâneo 24 horas por dia, 365 dias por ano, já tem 7 milhões de adesões no Mercado Pago, disse Oliveira.
O executivo disse ainda que a fintech avalia parcerias com outros parceiros para pagamentos, inclusive com serviços de mensageria como o WhatsApp.
“Estamos abertos a parcerias com muita gente, inclusive com o WhatsApp”, disse Oliveira durante teleconferência com jornalistas.
Na quarta-feira, executivos da Cielo previram que o Banco Central pode anunciar até junho a autorização para uso em pagamentos do WhatsApp.
Por Aluísio Alves
-
Mercado de Ações1 semana atrásEleição presidencial no Brasil: Flávio Bolsonaro lidera apostas contra Lula na Polymarket
-
Dinheiro1 semana atrásQuanto rendem R$ 10 mil na renda fixa hoje?
-
Criptomoedas1 semana atrásZcash acima de US$ 1.000: ZEC ainda pode subir mais?
-
Criptomoedas7 dias atrásCardano fecha parceria com a Mastercard e mira mercado de pagamentos
-
Dinheiro6 dias atrásGrupo que ganhou R$ 1,65 milhão na Mega-Sena volta a ganhar na Lotofácil
-
Mercado de Ações1 semana atrásIbovespa desaba com temor sobre IA e tensão política; dólar sobe
-
Dinheiro5 dias atrásBolsa Família sobe para R$ 691 em outubro; reajuste custará R$ 22 bilhões em 2027
-
Criptomoedas1 semana atrásCofundador da Dogecoin prefere US$ 1,2 trilhão em DOGE a cheques de US$ 5 mil
