Dinheiro
Governo Trump enfraquece o dólar de forma calculada, dizem analistas


O dólar começou o ano perdendo força, enquanto o real ganhou terreno. Muita gente pode pensar: “Ah, a economia brasileira finalmente melhorou”. Seria bom se fosse isso. Mas a realidade é bem diferente.
A estratégia por trás da desvalorização
Analistas do mercado financeiro estão apontando para algo que passa longe de coincidência: o governo Trump está enfraquecendo o dólar de propósito. É uma jogada calculada, não um acidente de percurso.
E faz sentido quando você para pra pensar. Os Estados Unidos têm problemas estruturais na economia, e o dólar forte, que há décadas domina o sistema financeiro global, pode estar atrapalhando mais do que ajudando.
Trump não é de ficar quieto. Ele já acusou outros países diversas vezes de manipularem suas moedas para vender mais no exterior. China, Europa, México — todos já entraram na mira dessas críticas.
O que Trump realmente pensa sobre o dólar
Aqui fica interessante. Trump já disse publicamente que gosta de um dólar forte. Mas também reconhece que uma moeda mais fraca traz vantagens práticas para a economia americana.
Na visão dele, dólar valorizado demais prejudica o turismo e mata a competitividade da indústria. “Com um dólar forte, você não vende tratores, não vende caminhões, não vende nada”, já declarou em entrevista. A lógica é simples: produtos americanos ficam caros demais lá fora.
Outros presidentes até tentaram enfraquecer a moeda no passado, mas sem muito sucesso. Trump, porém, vem mantendo esse discurso há anos e parece estar colocando em prática agora.
Os números no mercado
A teoria vira realidade quando você olha as cotações. Hoje, o dólar registrou alta de 1,07%, sendo negociado a R$ 5,25.
Pode parecer contraditório falar em “enfraquecimento” quando o dólar sobe em relação ao real. Mas o movimento é global. Contra outras moedas fortes, especialmente euro e iene, o dólar tem perdido valor de forma consistente.
É aquela velha história: no mercado financeiro, nada acontece por acaso. Especialmente quando envolve a moeda mais poderosa do planeta e um presidente que não tem medo de mexer nos ponteiros da economia.
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