Dinheiro
Governo Lula mantém gastos elevados e prioriza aumento de impostos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições com uma campanha voltada para a população mais pobre, prometendo, entre outras coisas, taxar os mais ricos para equilibrar as contas públicas. No entanto, pouco mais de dois anos após assumir o governo, críticos apontam que a gestão petista tem se perdido em meio a gastos elevados, levando a sucessivos aumentos de impostos que acabam pesando, principalmente, sobre os mais pobres.
Desde o início de seu mandato, em 2023, o governo Lula priorizou medidas para ampliar a arrecadação. Segundo dados da revista Exame, ao menos 25 iniciativas foram implementadas nesse período para aumentar a carga tributária. O mais recente exemplo é o reajuste do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que impacta diretamente o bolso dos brasileiros.
Além disso, a proposta de criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), em tramitação, pode colocar o Brasil entre os países com as maiores alíquotas do mundo, superando nações desenvolvidas como Dinamarca, Noruega e Suécia, todas com taxas de 25%, e até mesmo a Finlândia.
Na tentativa de conter o avanço das despesas, o governo anunciou, recentemente, o congelamento de R$ 31,3 bilhões do orçamento. No entanto, especialistas questionam a eficácia da medida. Com as eleições de 2026 no horizonte, a pressão por ações populistas, como isenção de Imposto de Renda e subsídios para energia elétrica que podem beneficiar até 60 milhões de brasileiros, deve crescer. A dúvida que paira é se o país conseguirá sustentar o impacto dessas políticas sem comprometer ainda mais as finanças públicas.
O cenário levanta debates sobre o equilíbrio entre promessas de campanha e a realidade fiscal. Enquanto o governo busca cumprir compromissos com a população de baixa renda, o aumento da carga tributária e os gastos elevados geram críticas e preocupações sobre quem, de fato, pagará a conta.
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