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Bitcoin sangra e bate em US$ 58 mil; baixa pode não ter chegado ao fim

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Bitcoin sangra e bate em US$ 58 mil

O Bitcoin sangra chegando a US$ 58 mil, menor patamar em 21 meses, depois que os dados de inflação americana vieram acima do esperado. O movimento derrubou mais de US$ 1,4 bilhão em posições alavancadas e reacendeu o debate sobre até onde pode ir o recuo.

Inflação nos EUA puxa gatilho das liquidações

O índice de preços ao consumidor nos EUA surpreendeu o mercado para cima e derrubou o apetite por risco globalmente. No mercado cripto, o efeito foi imediato: posições compradas alavancadas foram liquidadas em cascata, somando US$ 1,4 bilhão em poucas horas.

O Bitcoin operava próximo de suportes técnicos relevantes quando o dado foi divulgado. Analistas já acompanhavam de perto esse nível — o sinal de queda para US$ 50 mil havia sido identificado antes mesmo da realização.

Institucional avança enquanto o mercado recua

Apesar da turbulência, movimentos de infraestrutura seguem em curso. A Kraken demonstrou interesse no protocolo Aave, enquanto a Ripple anunciou expansão de operações no Japão — dois sinais de que o desenvolvimento institucional não parou junto com o preço.

Esse contraste é recorrente em ciclos de correção: o preço cede, mas a base técnica e regulatória continua sendo construída.

Suporte de US$ 58 mil em teste

O nível de US$ 58 mil concentra atenção agora. Uma perda consistente desse suporte abre espaço para novos mínimos, enquanto uma recuperação dependeria de dados macroeconômicos mais favoráveis nos EUA — especialmente nos próximos relatórios de inflação e emprego.

Por enquanto, o mercado registrou a maior liquidação em meses e o Bitcoin opera no menor patamar desde o início de 2023.

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