Mercado de Ações
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) em Queda: Risco de Seguir o Caminho do Bradesco (BBDC4)

As ações Banco do Brasil 2025 seguem em queda acentuada na bolsa de valores, acompanhando uma tendência de desvalorização semelhante à observada nos papéis do Bradesco (BBDC4). O cenário reflete um momento de pressão no setor bancário, marcado por incertezas econômicas, desafios regulatórios e forte concorrência.
Quem não se lembra da queda livre das ações do Bradesco? Na ocasião, os papéis chegaram a R$ 11,18, impactados por um ambiente de instabilidade e perspectivas negativas para o setor. Apesar da recuperação parcial, com as ações do Bradesco fechando esta quarta-feira (4) a R$ 16,45, o mercado bancário segue sob pressão. Ainda assim, investidores que souberam aproveitar o pânico de meses atrás hoje colhem lucros.
Vale a pena investir em BBAS3?
O Banco do Brasil, um dos principais bancos públicos do país, enfrenta desafios semelhantes aos que o Bradesco superou no passado. No momento, as ações do BB (BBAS3) estão cotadas a R$ 22,35, acumulando uma desvalorização superior a 20% no último mês. Essa queda abre oportunidades para investidores experientes, mas gera preocupação entre novatos que compraram no topo. Para estes, o momento exige cautela, enquanto o mercado avalia se a trajetória de baixa sinaliza riscos ou chances de recuperação.
-
Empresas5 dias atrásTikTok Shop deixa a competição no e-commerce ainda mais acirrada
-
Mercado de Ações6 dias atrásCasas Bahia (BHIA3) dispara 19,63% e volta acima de R$ 1
-
Dinheiro7 dias atrásMega-Sena 3064 acumula e prêmio sobe para R$ 75 milhões
-
Mercado de Ações6 dias atrásMagazine Luiza salta 10,26% na Bolsa; saiba o que puxou a alta
-
Dinheiro1 semana atrásDesenrola Brasil 3.0 custará R$ 15 bilhões aos bons pagadores
-
Dinheiro1 semana atrásINSS começa pagamentos de setembro nesta quinta; veja as datas
-
Dinheiro6 dias atrásCartão de crédito para negativado: confira opções disponíveis
-
Mercado de Ações5 dias atrásNatura (NATU3) foi a ação que mais perdeu valor na Bolsa em setembro
