Criptos
3 criptomoedas que valerão mais que Dogecoin daqui a 2 anos

O mercado de criptomoedas passa por uma transição clara: os investidores estão deixando de lado a euforia das memecoins e migrando para projetos com valor real. A Dogecoin, embora ainda tenha forte apelo popular, pode estar prestes a perder espaço para criptos com mais utilidade e fundamentos sólidos. E três nomes se destacam nessa corrida: Cardano (ADA), Sui (SUI) e Chainlink (LINK).
O declínio do encanto da Dogecoin
A Dogecoin nasceu como uma brincadeira, mas acabou se tornando um fenômeno. Só que o tempo em que memes sustentavam valor parece estar acabando. Ainda que Elon Musk continue a impulsionar a narrativa, a ausência de uso real e o avanço de novas tecnologias tornam o futuro da DOGE incerto.
Vale lembrar que o próprio mercado vem mudando. Regulamentações mais rigorosas, o surgimento dos ETFs de criptomoedas e a ascensão da Web3 reforçam a ideia de que apenas os projetos com propósito sobreviverão.
Cardano: o renascimento da utilidade
A Cardano continua entre os projetos mais sólidos em desenvolvimento. Recentemente, o preço do ADA oscilou bastante, chegando a cair 22% em um único dia, mas logo recuperou 15% e voltou a testar o nível de Fibonacci em US$ 0,734. Mesmo com essa volatilidade, a Cardano mantém seu foco em escalabilidade, interoperabilidade e governança descentralizada — pilares que garantem relevância no longo prazo.
Seu fundador, Charles Hoskinson, já afirmou que o verdadeiro valor da rede virá quando suas soluções educacionais e financeiras estiverem integradas globalmente. Esse tipo de visão é o que pode colocar o ADA à frente da Dogecoin em poucos anos.
Sui: inovação com stablecoins nativas
A blockchain Sui vem se consolidando como uma das mais promissoras do setor. A recente parceria da SUI Group Holdings com a Ethena e a Fundação Sui marca o início de duas stablecoins nativas: suiUSDe e USDi. Ambas devem estrear até o final de 2025, trazendo dólares digitais com rendimento direto na rede Sui — algo inédito fora do ecossistema EVM.
Com preço atual em torno de US$ 2,82, a Sui mostra que liquidez, utilidade e inovação podem andar juntas. Esse tipo de avanço tende a atrair investidores institucionais e reforçar a confiança do mercado.
Chainlink: o poder dos dados reais
Entre as três, a Chainlink é talvez a que mais comprova valor no mundo real. Líder em projetos RWA (ativos do mundo real) e integração de oráculos, a LINK segue em ascensão. O analista Ali Martinez destacou recentemente que a moeda permanece em uma “zona de compra”, antecipando uma possível alta significativa nos próximos meses.
Além disso, o número crescente de parcerias institucionais reforça o protagonismo da Chainlink na nova economia digital, conectando dados do mundo físico às blockchains de forma segura e escalável.
O futuro das criptos utilitárias
Ainda que o charme da Dogecoin continue forte entre os fãs, o mercado de 2025 e 2026 tende a recompensar utilidade, tecnologia e adaptação. Cardano, Sui e Chainlink representam exatamente essa nova fase do setor — e podem, em breve, valer mais que a moeda meme que iniciou toda a revolução dos cachorros digitais.
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