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Solana perde posição no ranking das criptomoedas

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Apesar da alta de 7,2% na semana, sinais técnicos mostram compradores perdendo força — e o rompimento para baixo segue como risco concreto

imagem: Divulgação/Reprodução
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A recuperação recente da Solana não foi suficiente para dissipar o alerta. Enquanto o token $SOL registra valorização semanal e tenta se firmar, indicadores técnicos apontam para uma estrutura frágil — e um possível recuo até a faixa dos US$ 50 voltou ao radar dos analistas.

Vale lembrar que, mesmo em meio à instabilidade, a Solana segue entre as criptomoedas mais recomendadas de 2026 — o que torna o momento atual ainda mais relevante para quem acompanha o ativo.

Sete tentativas, sete sinais de fraqueza

O dado que mais chama atenção não é o preço atual, mas o padrão que se formou desde fevereiro. Nesse período, a Solana testou por sete vezes a região inferior da sua faixa de negociação — e em cada uma delas, a reação foi menor do que a anterior.

Esse comportamento tem uma leitura direta no mercado: os compradores estão perdendo fôlego. Quando a demanda não consegue sustentar os preços nos mesmos patamares a cada novo teste, a pressão vendedora naturalmente ganha espaço. O risco de um rompimento para baixo, nesses casos, deixa de ser hipotético.

O que a média móvel está dizendo

Outro ponto que reforça o cenário de cautela é a dificuldade da Solana em recuperar um nível relevante da Média Móvel Simples (SMA). Historicamente, quando o ativo falha em retomar esse indicador após correção, o mercado tende a responder com movimentos mais agressivos de queda.

A alta de 7,2% na semana coloca o SOLsendonegociadoaUSSOL sendo negociado a USSOLsendonegociadoaUS 84,50 — número que soa positivo isoladamente, mas que ainda representa uma distância considerável do pico de US$ 293,31 registrado há pouco mais de um ano. A recuperação existe, mas ainda não configura uma reversão de tendência.

Solana perde posição no ranking das criptomoedas

A Solana segue sendo uma das blockchains mais relevantes do setor. Desconsiderando stablecoins, ocupa a terceira posição entre as maiores redes, atrás apenas de Bitcoin e Ethereum. No entanto, no ranking geral de criptomoedas, o ativo recuou da 4ª para a 7ª colocação — reflexo direto das quedas acumuladas nos últimos meses.

Esse recuo no ranking não significa irrelevância, mas indica que o mercado ainda não precificou uma retomada consistente. Para quem acompanha o ativo de perto, é um sinal de que a narrativa de recuperação ainda precisa ser comprovada nos gráficos.

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