A varejista chinesa aderiu ao programa do governo federal, que isenta de imposto de importação compras até US$ 50, mas estabelece alíquota de 17% de ICMS. Segundo o presidente da Shein, Marcelo Claure, a empresa fez um “contrato moral” com os consumidores de que não aumentaria os preços no Remessa Conforme.
“É um investimento substancial, e teremos o desafio de compensar esses 17% com a redução de custos adicionais de logística que tínhamos antes”, afirmou.
A Shein avança no mercado brasileiro, dominando uma acirrada concorrência. Recentemente, a Amazon e a Shopee formalizaram pedidos de adesão ao Remessa Conforme.
Em pouco tempo no Brasil, a Shein já é considerada a 29ª maior varejista, à frente de redes tradicionais como Zaffari, Centauro, Lojas Cem e Pernambucanas.
Esta notícia foi publicada em 19 de setembro de 2023