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Suspeitas de manipulação nas ações da Oi serão investigadas pela CVM

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O aumento no volume de operações de compra e venda de ações da Oi na Bolsa de São Paulo, a B3, em agosto, levantou suspeitas do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). O promotor Leonardo Marques pediu à Justiça que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) esclareça se identificou aumento no volume de negociações day trade envolvendo os papéis da empresa de telefonia, que está em recuperação judicial.

Na última segunda-feira (9), foi determinada a expedição de um ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que sejam investigadas as ações da Oi.

Em despacho realizado pelo juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, o órgão regulador do mercado de capitais no Brasil deverá identificar os nomes dos investidores que mais compraram e venderam ações da Oi nos últimos três meses, realizando Day Trade.

Viana acatou o pedido do Ministério Público estadual no fim de agosto para que a CVM pudesse esclarecer uma “possível movimentação mobiliária atípica da Oi”, de aconrdo com o magistrado em sua decisão.

Em resposta, através de um comunicado oficial, a companhia disse que não há “fatos ou atos que em seu entendimento possam justificar as oscilações verificadas”. Veja também: Para Moody’s, aprovação da lei de teles será positiva para Telefônica e Oi Viana reiterou que a resposta da CVM deve ser encaminhada diretamente para o seu gabinete, de forma sigilosa.

Segundo o Bradesco BBI, as ações da Oi são aposta O Bradesco BBI enviou um relatório a seus clientes, na última quarta-feira (4), comunicando que as ações da Oi  devem continuar altamente voláteis, mas poderão ser uma aposta que vale a pena. Saiba mais:

Ações da Oi são aposta, mas podem valer a pena, diz Bradesco BBI Os analistas do banco, Fred Mendes e Flávia Meireles disseram que: “Embora a Oi deva continuar a ser um ativo arriscado, sujeito a volatilidade significativa, a perspectiva de aprovação do projeto de lei de reforma das telecomunicações nos levou a adotar uma visão mais otimista”. No dia 2 de agosto, na semana passada, o próprio juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro homologou o plano de transição do comando da Oi. Esse documento, que transitava em segredo de Justiça, prevê a criação de um cargo de diretor operacional com amplos poderes de gestão

Em resposta a Oi disse que não comentaria o caso. Por nota, a CVM destacou que “acompanha e analisa informações e movimentações envolvendo companhias abertas, tomando as medidas cabíveis, sempre que necessário”, mas ressaltou que não comenta casos específicos.

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