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Suposto grupo de hackers revelam que Glenn Greenwald ‘contratou’ hacker russo para invadir conversa de Moro

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Um grupo hacker com codinome “pavão misterioso” divulgou na tarde deste domingo (16) uma série de denúncias graves envolvendo o jornalista Glenn Greenwald, editor do jornal The Intercept.

O americano é companheiro do Deputado Federal, David Miranda (Psol), suplente do também psolista Jean Wyllys. Ele só assumiu a cadeira de Wyllys depois que o deputado decidiu deixar o Brasil alegando ameaças de morte.

Ao substituir o ex-BBB na Câmara, Miranda deixou claro em seu perfil no Twitter que seguia a mesma linha ideológica e daria continuidade aos projetos de Jean.

Na última semana, o site The Intercept publicou conversas supostamente vazadas entre procuradores da Operação Lava Jato e o ex-juiz Sérgio Moro, hoje Ministro da Justiça no governo Bolsonaro.

Greenwald foi acusado de partidarismo na tentativa de anular a Lava Jato e derrubar o ministro Moro.

Em entrevista ao programa Pânico da Jovem Pan, o jornalista defendeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que diante de suas denúncias contra a Moro e os procuradores da Operação, Lula deveria estar livre.

Internautas estão repercutindo as denúncias de que o jornalista Glenn Greenwald pagou um hacker russo para invadir os telefones de autoridades como o ministro Sergio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol. Na tarde deste domingo (16), um grupo hacker de codinome O Pavão Misterioso expôs o que seriam comprovantes de transações financeiras feitas em Bitcoin, uma moeda criptografada que não deixa rastros.

O pagador seria Glenn Greenwald, editor do site The Intercept, que recentemente divulgou mensagens trocadas entre Moro, Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato. O beneficiado seria o hacker russo Evgeniy Mikhailovich Bogachev, procurado pelo FBI e considerado o maior hacker do mundo.

De acordo com o Pavão Misterioso, o magnata Pierre Omidyar, dono do The Intercept e da gigante de compras online E-bay, é o financiador do hacker russo. Ele teria pago o equivalente a R$ 300 mil pelo material exposto por Greenwald. Omidyar também é apontado como responsável financeiro pela queda do líder ucraniano Viktor Yanukovych.

Ainda de acordo com os denunciantes, a movimentação foi feita em Bitcoins para o Panamá, onde se transformou em Ethereums, outra moeda que não deixa rastros, e foi enviado para uma corretora de dinheiro na Rússia. Já sob o território de Putin, a quantia foi convertida em rublos. O destinatário do dinheiro usou o pseudônimo Viktor Pollson. Esta mesma pessoa transfere o dinheiro para Shangai, na China.

Coincidentemente, Bogachev usa os codinomes Pollinsoon e Slavik. Por causa disto, fez-se a conexão entre Greenwald e o russo.

Além de destrinchar o caminho do dinheiro entre o The Intercept e Bogachev, o perfil do Pavão Misterioso levanta outro suposto crime. Desta vez, ele acusa Greenwald e seu companheiro, o deputado federal David Miranda (PSOl-RJ), de ter comprado o mandato de Jean Wyllys, que havia acabado de ser eleito em 2018. O grupo hacker diz que o David e Jean terão que explicar na Polícia Federal sobre “os 700 mil dólares e uma mesada de 10 mil dólares para a manutenção de certo BBB no exterior”.

No início deste ano, Jean Wyllys renunciou ao seu mandato como deputado federal alegando que temia por sua vida e que estava recebendo ameaças. Por causa disso, David assumiu seu mandato pro ser seu suplente.

Antes de encerrar as acusações, o Pavão Misterioso diz que Glenn é aguardado na sede da PF, no Rio, na quinta-feira. O grupo também desafiou o jornalista a levar “notebook da dell”, onde fica o suposto “cryptobank” de Greenwald.

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