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Economia

Ibovespa futuro abre em queda seguindo bolsas internacionais

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Após fecha a sessão de ontem com forte valorização surfando no resultado do primeiro turno das eleições, o índice futuro do Ibovespa abre a terça-feira com perdas de 0,90% aos 85.672 pontos, seguindo a tendência negativa das bolsas internacionais.

Os índices acionários da China fecharam sem direção comum nesta terça-feira diante das preocupações com as perspectivas de crescimento, apesar dos movimentos de Pequim para sustentar a economia e conter os efeitos da intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos.

“O mercado de ações tende a cair quando as condições monetárias são afrouxadas … já que os investidores se concentram na situação de curto prazo da economia e não nos possíveis efeitos de médio prazo do afrouxamento. Com isso em mente, acreditamos que os mercados acionários da China vão recuar novamente mais tarde neste ano”, disseram analistas da Capital Economics em nota.

Nos Estados Unidos, o dia volta ao normal hoje após o feriado da véspera. Para o dia são esperados o pronunciamento de membros do Federal Reserve, como Charles Evans e John Williams.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo iniciou outubro com avanço de 0,43 por cento na primeira quadrissemana do mês, após alta de 0,39 por cento em setembro, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira.

O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

Por aqui, o dia deve ser reservado para a expectativa do posicionamento dos partidos para o segundo turno das eleições. A tendência é que o PSDB nacional declare neutralidade, liberando os candidatos nos estados a realizar as alianças que convenientes. Já o PSB e PDT devem confirmar apoio a Fernando Haddad (PT).

Com a redução de 0,3% na produção industrial nacional, seis dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas de julho para agosto de 2018, na série com ajuste sazonal.

Os recuos mais acentuados foram observados no Amazonas (-5,3%), Pará (-1,1%), Espírito Santo (-0,9%), São Paulo (-0,9%), Santa Catarina (-0,7%) e Rio de Janeiro (-0,3%). Por outro lado, Mato Grosso (3,0%), Bahia (2,7%) e Pernambuco (2,6%) apresentaram os avanços mais acentuados no mês. Ceará (1,5%), Região Nordeste (1,5%), Rio Grande do Sul (0,8%), Paraná (0,7%), Minas Gerais (0,5%) e Goiás (0,2%) completaram o conjunto de locais com resultados positivos.

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